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Soldados israelenses usam viagem pós-serviço militar para espalhar cultura sionista no Brasil

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Soldados israelenses usam viagem pós-serviço militar para espalhar cultura sionista no Brasil

Em meio a uma viagem com sua mãe pela praia de Jericoacoara, no Ceará, o ativista Tiago Guilherme foi abordado por um grupo de turistas isralenses que começaram a proferir ataques racistas. O episódio foi relatado em uma publicação nas redes sociais. Ao Opera Mundi, ele explicou que a vila é relativamente isolada e de difícil acesso, “o que pesa muito na hora de reagir a uma situação de violência”, aponta.

“No momento da agressão, eu estava sozinho, indo em direção à praia e depois retornando para a pousada. Nesse trajeto, encontrei um grupo de turistas israelenses que começaram a rir e repetir a palavra ‘cuxi’, que é um termo em hebraico usado de forma racista contra pessoas negras”, conta o pesquisador em Psicologia Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que já conhecia a expressão por ter estudado sobre racismo contra negros em Israel.

O ativista estava usando o pano palestino keffiyeh no momento e, acredita ele, que isso possa ter provado os israelenses que o xingaram diretamente de “macaco”.

“Foi uma agressão racial explícita”, . Ele também que foi chamado pelo palavrão com a…


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