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Marina Lima e sua trajetória fullgás entre muita música, letra e dança

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Marina Lima esteve no g1 Ouviu em 17 de abril e falou sobre seu novo álbum, o “Ópera Grunkie”, que tem em seu primeiro ato, uma homenagem ao irmão, o poeta Antônio Cícero, morto em 2024.
“Eu precisei fazer esse disco porque era uma necessidade de me despedir dele, de dizer o quanto eu o amava. Cada música tem uma história, e essa era uma parte que eu não tinha como pular”, afirmou.
A cantora também comentou sobre a crítica feita pelo jornal “Folha de São Paulo”, que definiu o disco como o pior de sua carreira. Segundo a cantora, esse tipo de julgamento dificilmente seria feito se o álbum fosse assinado por um homem.
“O que me chocou foi compararem meu trabalho atual com músicas feitas há 40 anos. O mundo mudou. Eu não fiquei parada no tempo”.
Marina Lima sobre críticas a novo álbum: ‘Me chocou’
Durante o bate-papo, a cantora também refletiu sobre o repertório de outros nomes populares do gênero. “Não sou tão ligada às letras da Taylor Swift, por exemplo. Acho ela talentosa, mas as letras são adolescentes”, avaliou.
“Não fico buscando gente mais nova para me associar. Eu busco ouvir gente mais nova para eu achar que ainda tenho alguma liga com coisas mais novas. Alguns assuntos são eternos”, concluiu.
Ao falar sobre outras artistas, ela ainda exaltou o impacto cultural de Anitta e a liberdade estética trazida pela artista. “A Anitta foi muito importante, ela foi a primeira pessoa com essa linguagem do corpo. O trabalho da Anitta foi libertador com essa coisa de falar do corpo. A Anitta meio que liberou minha bunda”, brincou.
Marina Lima sobre ser ‘o homem’ de ‘Mesmo Que Seja Eu’: ‘Me interessa subverter a ordem’
Na conversa, Marina ainda falou sobre a amizade de mais de 40 anos com Fernanda Montenegro e a importância da atriz em sua vida.
“Eu não quero minha velhice seja idiota. Isso foi dito para mim pela Fernanda Montenegro, a mulher que mais me ensinou coisas. Ela me dá dicas para superar coisas que…


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